Xiii o que práqui bái de esterismo. Hoje alebantei-me erão práí umas cinco e meia da manhã, proque o raio do sr. bisconde deu as instrussões ao Valério Gomes o nosso capataz que queria que as cabalarissas focem todas alimpas e postas a brilhar que o bisconde ia convidar uma gente da sua laia que são todos titulares de nomes e titalus importantes...lá pra eles qu'eu pra mim importante importante é o sr. Bisconde não saber que às vezes salto prá monda de feno ca sua cunhada...
Erão já seis e meia quando cumessei a limpar as cabalariças, larguei os cavalos no campo para correrem um bocado, fiquei aflito qu'aquelas pilecas já tão velhas e qualquer dia menos agente espera caiem pro lado com um afarto do coração, tadinhos dos bichos.
Pelo que o Valério Gomes me disse o Visconde anda todo atarefado. Pediu para lhe enxermos a casa com comida. Foi por isso que lá deichamos 3 javalis e 60 perdizes, que o visconde julga que caçou no outro dia.... se ele sabe que 2 javalis e 78 perdizes foram parar a casa do Ramiro Jacinto, o pastor que andou a fazer de batedor mais a gente...e que só demos aquilo ao Visconde.... a sorte é que o Ramiro é cá da gente e não vai contar nada, também se contar, tá em sarilhos porque ca divisão ele ficou com 1 javali e 30 perdizes...
O que interessa é deixar o Visconde contente.
Contou-me a dona Maria, a cozinheira, que o homem lhe pediu para fazer uma feijoada de faizão.... a Dona Maria fez a feijoada...mas o faizão.... é coisa que há muito tempo não vai à mesa do visconde... sempre que há faizão, aparece na mesa uma mistura de pato e galo na mesa dele.
O próprio do faizão esse, ou esses ficam sempre na cozinha à disposição dos lavradores e demais pessoal da casa...é um pitéu...tal qual a cunhada do Visconde...
Tivemos ainda que por uma mesa corrida na adega porque o Visconde quer lá fazer a cerimónia do vinho novo. Aqui é que a gente se ia intalando, não fosse o meu mai novo que tem amizade com o capataz das terras do lado das do sr. Visconde, estavamos assim um bocado atrapalhados. Lá nos dispensou uma pipa com vinho avinagrado a que deitamos umas boas enfuzas de água açucarada, até parece que o vinho é daqueles de coleccionadores... Tá todo engarrafadinho como mandou o Visconde... o vinho novo também tá todo engarrafadinho, mas em casa da nossa gentes...
lá nos safamos amais uma vez, isto cada ano que passa vai ficando mais dificil de conturnar as coisas, mas a gente o que quer é ver o Vsconde feliz, assim não ficamos com penas de lhe adisfarçar das coisas boas lá da casa para as nossas.
Assim como assim o Visconde até qué um homem de bom coração e boa gente, mas a gente não faz por mal, é assim tipo uma partida de carnaval...já dura vai é pra mais de 15 anos....
quinta-feira, setembro 30, 2010
Fado ao Barão de Navarra
Por ocasião dos seus 45 Anos, uma adaptação do Fado do Estudante.
Fado do Vasquinho
Que bela peça está aqui
Tal qual barril d’agu ‘ardente
Ai que saudades temos de ti
Quando nem sequer eras gente
Nesse saudaz tempo de amor
Nada para ti era melhor
Que um contentor com resmas de raparigas
De peito ao ar botim ao léu
Vivias tu lá no laréu
sem te ralares
e tudo mais eram cantigas
Nenhuma delas te prendeu
Com força aos pés da cama
Até ao dia em que apareceu
Um Maganão lá d’Alfama
Sempre sentado num carrão
Botim de pele com tacão
Vinhas a rir com um bidão e ar descarado
Pra emborcar um pouco mais
Ias dançar para os arraias
Pra namorar beber folgar cantar o fado
Recordo agora com saudade
As coparias qu’ele bebia
Eram barricas sem idade
Da melhor enologia
Evoco em mim recordações
que não têm fim desses serões
No botequim daquele lagar de má fama
Noites passadas a cantar
Entravas sempre cheio de classe
Onde bebias sete dias por semana...
Ao Vasco vai toda a minha fé
Em amizade e simpatia
É nobre no trato e até
A cantar fado atrofia
Quando é chamado tem pavor
Mesmo desafinado e sem rigor
Tens medo ò Vasco mas ninguém há que te resista
É o nosso amigo popular
tem emoção faz-nos calar
e eis a razão de estar cá hoje ò meu artista!!
Fado do Vasquinho
Que bela peça está aqui
Tal qual barril d’agu ‘ardente
Ai que saudades temos de ti
Quando nem sequer eras gente
Nesse saudaz tempo de amor
Nada para ti era melhor
Que um contentor com resmas de raparigas
De peito ao ar botim ao léu
Vivias tu lá no laréu
sem te ralares
e tudo mais eram cantigas
Nenhuma delas te prendeu
Com força aos pés da cama
Até ao dia em que apareceu
Um Maganão lá d’Alfama
Sempre sentado num carrão
Botim de pele com tacão
Vinhas a rir com um bidão e ar descarado
Pra emborcar um pouco mais
Ias dançar para os arraias
Pra namorar beber folgar cantar o fado
Recordo agora com saudade
As coparias qu’ele bebia
Eram barricas sem idade
Da melhor enologia
Evoco em mim recordações
que não têm fim desses serões
No botequim daquele lagar de má fama
Noites passadas a cantar
Entravas sempre cheio de classe
Onde bebias sete dias por semana...
Ao Vasco vai toda a minha fé
Em amizade e simpatia
É nobre no trato e até
A cantar fado atrofia
Quando é chamado tem pavor
Mesmo desafinado e sem rigor
Tens medo ò Vasco mas ninguém há que te resista
É o nosso amigo popular
tem emoção faz-nos calar
e eis a razão de estar cá hoje ò meu artista!!
Há Festa na Pedra!!
Hoje acordei mais tarde, fui ver a aranha do primo Velho...oxalá trouxesse algum dinheiro, não a encontrei. Deve ter ido montar a teia noutro canto mais escondido.
Começam hoje por aqui os preparativos para o grande fim de semana que se adivinha.
100 Anos de Luto, é uma data importante que tem de ser celebrada.
E nesta casa as celebrações obrigam a comemorações.
Os cavalos neste momento já seguiram para o prado. Estão à solta para esticarem as pernas e rebolarem no pó como que estivessem num spa a fazer esfoliação.
Os moços de estrebaria, aproveitam e estão a limpar as cavalariças, camas novas, ração redobrada, um banho e barrela ao chão e às manjedouras. O Ti Manel está a dar retoques nas pinturas e o seu filho mais novo, o Narciso, a concertas as gambiarras e os candeeiros.
A partir de hoje a casa vai ficar iluminada até dia 4 à meia-noite. À meia noite e um minuto tudo se apagará. o escuro vai voltar, para acompanhar a escuridão destes últimos 100 anos.
A Bandeira Azul e Branca vai descer a meia haste e vai-se cantar o fado.
O patio está a ser varrido das primeiras folhas de Outono, com o barulho tipico da vassoura de tojo do sr. João.
No jardim, ajardinado, a carranca vai ser ligada para se ouvir a água a correr. Pára também à meia-noite.
Foram mortos 3 javalis e 60 perdizes nestes últimos dois dias. Está cheia a despensa. Na cozinha a azáfama começou cedo e a menina Maria, cozinheira de mão cheia está já a preparar a feijoada de faizão, para ser servida daqui a dois dias...nada como uma feijoada apurada.
Os convivas começam a chegar já hoje. O Barão de Navarra, no seu elegante porte e altivez, sempre com os seus botins imaculadamente encebados enviou um telegrama a confirmar a chegada hoje pelas 4 da tarde. A sua mulher, a Baronesa de Lavra, chega sábado de manhã no primeiro comboio.
Os Marqueses de Fofo também confirmaram a presença. Vêm com a viola e a guitarra portuguesa para animar os serões. Foi providenciado o melhor quarto da casa, com vista para a mata, sobre as parreiras das vinhas.
Na adega o Jacinto da Bilha começou a engarrafar as 240 garrafas do vinho da última pipa. O rótulo azul e branco com o brasão da familia vai ser colocado ainda esta tarde. Assim que engarrafar o vinho vai limpar a adega e encher o lagar com petalas de flores, azuis e brancas, claro está.
A primeira ceia e a cerimónia da abertura do vinho vai ser feita na adega, que já está quase toda engalanada, e montada uma mesa corrida entre as barricas e os toneis. Este ano as tochas a petróleo foram reforçadas para dar mais luz e calor que as noites já começam a arrefecer.
Sexta feira à noite chega D. Inês, Condessa do Baleal, ainda não sabe se vem com a sua querida amiga a Viscondessa de Lourenço Marques, que se encontra ainda adoentada.
No Domingo, por entre as horas do pequeno almoço e o Almoço, junta-se aos convivas o Visconde Estorninho, eximio esgrimista, um apaixonado pela viola de fado e excelente contador de Estórias.
A companhia está quase completa, ainda não há noticias do Conde de Bergerac, acabado de vir de uma viagem de circunnavegação, encontra-se ainda a recuperar de uma doenca venerea apanhada junto às praias da Polinesia Francesa, junto com o seu adido cultural o benemérito Duque de Moledo e Vital.
As celebrações vão ser importantes e esfusiantes. Pela tristeza das celebrações oficiais aos 100 da Republica mas principalmente pela alegria do conbibio!!
Vivá Monarquia e tal e coiso!!
Começam hoje por aqui os preparativos para o grande fim de semana que se adivinha.
100 Anos de Luto, é uma data importante que tem de ser celebrada.
E nesta casa as celebrações obrigam a comemorações.
Os cavalos neste momento já seguiram para o prado. Estão à solta para esticarem as pernas e rebolarem no pó como que estivessem num spa a fazer esfoliação.
Os moços de estrebaria, aproveitam e estão a limpar as cavalariças, camas novas, ração redobrada, um banho e barrela ao chão e às manjedouras. O Ti Manel está a dar retoques nas pinturas e o seu filho mais novo, o Narciso, a concertas as gambiarras e os candeeiros.
A partir de hoje a casa vai ficar iluminada até dia 4 à meia-noite. À meia noite e um minuto tudo se apagará. o escuro vai voltar, para acompanhar a escuridão destes últimos 100 anos.
A Bandeira Azul e Branca vai descer a meia haste e vai-se cantar o fado.
O patio está a ser varrido das primeiras folhas de Outono, com o barulho tipico da vassoura de tojo do sr. João.
No jardim, ajardinado, a carranca vai ser ligada para se ouvir a água a correr. Pára também à meia-noite.
Foram mortos 3 javalis e 60 perdizes nestes últimos dois dias. Está cheia a despensa. Na cozinha a azáfama começou cedo e a menina Maria, cozinheira de mão cheia está já a preparar a feijoada de faizão, para ser servida daqui a dois dias...nada como uma feijoada apurada.
Os convivas começam a chegar já hoje. O Barão de Navarra, no seu elegante porte e altivez, sempre com os seus botins imaculadamente encebados enviou um telegrama a confirmar a chegada hoje pelas 4 da tarde. A sua mulher, a Baronesa de Lavra, chega sábado de manhã no primeiro comboio.
Os Marqueses de Fofo também confirmaram a presença. Vêm com a viola e a guitarra portuguesa para animar os serões. Foi providenciado o melhor quarto da casa, com vista para a mata, sobre as parreiras das vinhas.
Na adega o Jacinto da Bilha começou a engarrafar as 240 garrafas do vinho da última pipa. O rótulo azul e branco com o brasão da familia vai ser colocado ainda esta tarde. Assim que engarrafar o vinho vai limpar a adega e encher o lagar com petalas de flores, azuis e brancas, claro está.
A primeira ceia e a cerimónia da abertura do vinho vai ser feita na adega, que já está quase toda engalanada, e montada uma mesa corrida entre as barricas e os toneis. Este ano as tochas a petróleo foram reforçadas para dar mais luz e calor que as noites já começam a arrefecer.
Sexta feira à noite chega D. Inês, Condessa do Baleal, ainda não sabe se vem com a sua querida amiga a Viscondessa de Lourenço Marques, que se encontra ainda adoentada.
No Domingo, por entre as horas do pequeno almoço e o Almoço, junta-se aos convivas o Visconde Estorninho, eximio esgrimista, um apaixonado pela viola de fado e excelente contador de Estórias.
A companhia está quase completa, ainda não há noticias do Conde de Bergerac, acabado de vir de uma viagem de circunnavegação, encontra-se ainda a recuperar de uma doenca venerea apanhada junto às praias da Polinesia Francesa, junto com o seu adido cultural o benemérito Duque de Moledo e Vital.
As celebrações vão ser importantes e esfusiantes. Pela tristeza das celebrações oficiais aos 100 da Republica mas principalmente pela alegria do conbibio!!
Vivá Monarquia e tal e coiso!!
quarta-feira, setembro 29, 2010
Uma Pedra Furada no sapato
Cheguei ontem já o sol se escondia por detrás do S. Miguel. A primeira coisa a fazer, claro está foi, ir à fonte buer aquela água que só aqui é que há. Depois inspirar fundo e sentir todos os cheiros que me são queridos. Passou quase um ano sem cá ter vindo e já estava a entrar em parafuso.
A casa impecável como sempre deu-me as boas vindas com um ranger das madeiras e o ladrar do Bau Dai.
Arrumei a tralha toda porque não tarde chega a Dáma e desarrumações não é com ela. Se me visse agora... de pijama na casa de jantar a tomar o pequeno almoço vindo directo da cama, também não ia gostar. Mas estou sozinho e ninguém vai saber.
Lá fora o dia apareceu frio, a mostrar que o outono já aí está, e vai ser preciso um agasalho mais do que aquilo que estava à espera. Já abri as janelas para entrar a luz, já vi o melro a jogar ás escondidas no buxo. O galo já cantou as galinhas já andam cá fora. Na Mata, que está verde e imaculada dos fogos que à volta arderam os carvalhos ainda não acastanharam os castanheiros carregados de ouriços prontos a serem abertos daqui a mais algum tempo. O plátano e o carvalho do Canadá ainda têm o verde do verão mas já se nota nas pontas algumas folhas menos verdes.
As ramadas à volta da casa, já sem os cachos de uvas estão a dourar ao sol, umas mais que outras, mas ainda todas cheias de folhas.
Hoje vou espreitar os figos, dar um salto à poça para ver a água, sentar-me na pedrafurada para descobrir um esquilo e quiçá subir ao pico.
Tenho que encontrar os peixes as carpas que o meu amigo Barão de Navarra, me ofereceu à um ano atrás.
O lago está limpo e cheio, o jardim ajardinado e o pátio arrumado. Tudo num sossego e descanso daqueles que me fazem preguiçoso, haaa mas sabe tão bem!!
Dentro de casa nada mudou, tudo no seu lugar, tudo impecável como à tantos anos tem estado. A luz eléctrica e a sua instalação é nova, novinha mesmo e a diferença para melhor nota-se.
Não me posso esquecer de ir provar o vinho. Que como me dizem todos os anos... "Tá buom menino!" , é um sacrifício que tem de ser feito. Vinho tinto verde, de vinhas velhas e outras menos novas, feito como se fazia à cem anos atrás, pisado a pé, ralado no ralador manual, fermentado ao ar e filtrado na bica. Não envelhece em toneis, não estagia em barricas de carvalho francês, não é fermentado com controlo de temperatura, não tem os aromas a blá blá, nem é bom para acompanhar isto ou aquilo.
Não aparece nas grandes garrafeiras nem à mesa de ministros e generais. Ninguém fala nele nas provas e feiras de vinho. Não é preciso. Um néctar destes, só pode mesmo ser servido para quem gosta.
Mas é nosso, vem da nossa terra das nossas vinhas da nossa adega.
è aqui que me sinto em casa, é este o meu bocado do mundo. E embora não seja mesmo meu, é por aqui que me reencontro e recarrego para voltar para aquela vida sem nexo.
A casa impecável como sempre deu-me as boas vindas com um ranger das madeiras e o ladrar do Bau Dai.
Arrumei a tralha toda porque não tarde chega a Dáma e desarrumações não é com ela. Se me visse agora... de pijama na casa de jantar a tomar o pequeno almoço vindo directo da cama, também não ia gostar. Mas estou sozinho e ninguém vai saber.
Lá fora o dia apareceu frio, a mostrar que o outono já aí está, e vai ser preciso um agasalho mais do que aquilo que estava à espera. Já abri as janelas para entrar a luz, já vi o melro a jogar ás escondidas no buxo. O galo já cantou as galinhas já andam cá fora. Na Mata, que está verde e imaculada dos fogos que à volta arderam os carvalhos ainda não acastanharam os castanheiros carregados de ouriços prontos a serem abertos daqui a mais algum tempo. O plátano e o carvalho do Canadá ainda têm o verde do verão mas já se nota nas pontas algumas folhas menos verdes.
As ramadas à volta da casa, já sem os cachos de uvas estão a dourar ao sol, umas mais que outras, mas ainda todas cheias de folhas.
Hoje vou espreitar os figos, dar um salto à poça para ver a água, sentar-me na pedrafurada para descobrir um esquilo e quiçá subir ao pico.
Tenho que encontrar os peixes as carpas que o meu amigo Barão de Navarra, me ofereceu à um ano atrás.
O lago está limpo e cheio, o jardim ajardinado e o pátio arrumado. Tudo num sossego e descanso daqueles que me fazem preguiçoso, haaa mas sabe tão bem!!
Dentro de casa nada mudou, tudo no seu lugar, tudo impecável como à tantos anos tem estado. A luz eléctrica e a sua instalação é nova, novinha mesmo e a diferença para melhor nota-se.
Não me posso esquecer de ir provar o vinho. Que como me dizem todos os anos... "Tá buom menino!" , é um sacrifício que tem de ser feito. Vinho tinto verde, de vinhas velhas e outras menos novas, feito como se fazia à cem anos atrás, pisado a pé, ralado no ralador manual, fermentado ao ar e filtrado na bica. Não envelhece em toneis, não estagia em barricas de carvalho francês, não é fermentado com controlo de temperatura, não tem os aromas a blá blá, nem é bom para acompanhar isto ou aquilo.
Não aparece nas grandes garrafeiras nem à mesa de ministros e generais. Ninguém fala nele nas provas e feiras de vinho. Não é preciso. Um néctar destes, só pode mesmo ser servido para quem gosta.
Mas é nosso, vem da nossa terra das nossas vinhas da nossa adega.
è aqui que me sinto em casa, é este o meu bocado do mundo. E embora não seja mesmo meu, é por aqui que me reencontro e recarrego para voltar para aquela vida sem nexo.
segunda-feira, setembro 06, 2010
o Velho Primo Velho
Tinha prái uns poucos anos aquando a minha aparição por estes mundos se deu. Não m'alembra muito bem ( nem mal ) do meu primo mais velho naquela altura...(devia ser da idade).
Sempre olhei para ele como um gajo velho, mais velho, importante, filho do tio mais velho importantíssimo. Andava sempre á volta das vespas das solex das motas e de motores.
Quando os manos iam para o mar velejar ele fica lá por casa a ouvir os motores no autódromo, com a nortada o som chegava á varanda e ouviamos as largadas e os despistes ás vezes. Volta não volta, que era quase sempre metia-se na mota que tinha à mão e lá ia o rapaz ver aqueles cavalos a assapar.
A primeira recordação que tenho dele não é com motos nem com barcos. É com pinheiros na mata a subir ao monte...acho que que nunca mais o vi por aquelas bandas....
Depois, à medida que ia crescendo lá me fui lembrando do gajo mais a miude.... do casamento mal me lembro mas lembro-me da Miúda. Ele de bigode à reaccionario ela de saia-casaco à época. Ele deixou crescer a barba ela deixou o saia casaco.
Lembro-me também duma certa mota amarela que teve e que o fez saltar por cima de um táxi na rotunda de Cascais, foi um escândalo!! o Gajo tinha que deixar as motas os carros os motores e os tractores...foi difícil, lá largou a mota mas o resto.... ainda hoje não consegue largar o vruuummm vruuummm, e como tem uns primos que fazem disso profissão não os larga quando carregam no acelerador em Le Mans, ou noutros sítios.
Levou-me pela primeira vez a ver um rallie, ali para Alcabideche, apanhei tamanho cagaço com o "tubro lá para cima a assapar" que do rallye só me lembro de ver um carro quase em cima de mim...não fosse um buraco das águas onde me escondi, acho que hoje não estava aqui... Mas gostei daquilo também, do cheiro da gasolina do guinchar dos pneus... por causa disso já bati alguns rallyes por este Portugal a fora.
o Ultimo que fui também foi com ele, ver passar o Dakar em casa dos primos... um luxo...
Foi com ele também que ainda fui um ano ou dois ao Estoril ver a Formula 1 no peão sul...belas mines e coiratos.
Coiratos e Torresmos também foi ele que me ensinou a gostar. Ali de fronte a casa atravessando a rua antes da ponte na camionete do ...(não m'alembra o nome). Íamos lá à tarde lanchar...ás vezes que o dinheiro não chegava para grandes patuscadas.... Ma ir com o Primo mais velho tinha uma granda pinta!!
Entretantos crescemos os dois, eu em altura primeiro e depois em largura, ele também foi...diminuindo o tadinho...hoje quando me fala olha para cima e eu para baixo... continua a ser o primo mais velho...mas não é aquela coisa do Primo mais velho...basicamente tá um puto como eu. E por isso virou o PrimoVelho!!.
Tive a sorte de ter corrido duas vezes no circuito do Vasco Sameiro em Ford Fiesta, com um amigo dele uma vez. E ter feito algumas corridas valentes de kart, onde me lembrava sempre que ele teria gostado de participar. Mas agora...com o adiantado da idade não sei se será boa ideia marcarmos uns karts para nos picarmos...
Continua a ser uma ganda pinta estar com ele, ora á volta do sobe e desce dos barcos no clube e na marina ora á volta dos pratos de sardinha que devoramos acompanhados pelo Marmota e pelo vinho branco de pressão... dá com cada azia, que nos desculpamos nos pimentos...
Este ano por acasos o sardinhame tem sido parco. Pelas ocasiões que não nos têm sido favoráveis...cada um tem sardinhado à sua vez, mas juntos só naquela tarde enublada no Baleal ( é costume....as nuvens).
É por isso e com o acabar da época que este anos temos que fazer uma sardinhada aprimalhada como deve ser. estou á espera de tempo ( e de bom tempo também) para marcar a dita no Grelhador que pelos 40 anos ele e mais uns quantos me ofereceram e já está montado na casa da minha querida esposia.
Vamos lá ver se conseguimos por tudo em pratos limpos porque Velho ou não Velho, o gajo é o meu PrimoVelho e tem uma ganda pinta ter um primo velho como ele.
Sempre olhei para ele como um gajo velho, mais velho, importante, filho do tio mais velho importantíssimo. Andava sempre á volta das vespas das solex das motas e de motores.
Quando os manos iam para o mar velejar ele fica lá por casa a ouvir os motores no autódromo, com a nortada o som chegava á varanda e ouviamos as largadas e os despistes ás vezes. Volta não volta, que era quase sempre metia-se na mota que tinha à mão e lá ia o rapaz ver aqueles cavalos a assapar.
A primeira recordação que tenho dele não é com motos nem com barcos. É com pinheiros na mata a subir ao monte...acho que que nunca mais o vi por aquelas bandas....
Depois, à medida que ia crescendo lá me fui lembrando do gajo mais a miude.... do casamento mal me lembro mas lembro-me da Miúda. Ele de bigode à reaccionario ela de saia-casaco à época. Ele deixou crescer a barba ela deixou o saia casaco.
Lembro-me também duma certa mota amarela que teve e que o fez saltar por cima de um táxi na rotunda de Cascais, foi um escândalo!! o Gajo tinha que deixar as motas os carros os motores e os tractores...foi difícil, lá largou a mota mas o resto.... ainda hoje não consegue largar o vruuummm vruuummm, e como tem uns primos que fazem disso profissão não os larga quando carregam no acelerador em Le Mans, ou noutros sítios.
Levou-me pela primeira vez a ver um rallie, ali para Alcabideche, apanhei tamanho cagaço com o "tubro lá para cima a assapar" que do rallye só me lembro de ver um carro quase em cima de mim...não fosse um buraco das águas onde me escondi, acho que hoje não estava aqui... Mas gostei daquilo também, do cheiro da gasolina do guinchar dos pneus... por causa disso já bati alguns rallyes por este Portugal a fora.
o Ultimo que fui também foi com ele, ver passar o Dakar em casa dos primos... um luxo...
Foi com ele também que ainda fui um ano ou dois ao Estoril ver a Formula 1 no peão sul...belas mines e coiratos.
Coiratos e Torresmos também foi ele que me ensinou a gostar. Ali de fronte a casa atravessando a rua antes da ponte na camionete do ...(não m'alembra o nome). Íamos lá à tarde lanchar...ás vezes que o dinheiro não chegava para grandes patuscadas.... Ma ir com o Primo mais velho tinha uma granda pinta!!
Entretantos crescemos os dois, eu em altura primeiro e depois em largura, ele também foi...diminuindo o tadinho...hoje quando me fala olha para cima e eu para baixo... continua a ser o primo mais velho...mas não é aquela coisa do Primo mais velho...basicamente tá um puto como eu. E por isso virou o PrimoVelho!!.
Tive a sorte de ter corrido duas vezes no circuito do Vasco Sameiro em Ford Fiesta, com um amigo dele uma vez. E ter feito algumas corridas valentes de kart, onde me lembrava sempre que ele teria gostado de participar. Mas agora...com o adiantado da idade não sei se será boa ideia marcarmos uns karts para nos picarmos...
Continua a ser uma ganda pinta estar com ele, ora á volta do sobe e desce dos barcos no clube e na marina ora á volta dos pratos de sardinha que devoramos acompanhados pelo Marmota e pelo vinho branco de pressão... dá com cada azia, que nos desculpamos nos pimentos...
Este ano por acasos o sardinhame tem sido parco. Pelas ocasiões que não nos têm sido favoráveis...cada um tem sardinhado à sua vez, mas juntos só naquela tarde enublada no Baleal ( é costume....as nuvens).
É por isso e com o acabar da época que este anos temos que fazer uma sardinhada aprimalhada como deve ser. estou á espera de tempo ( e de bom tempo também) para marcar a dita no Grelhador que pelos 40 anos ele e mais uns quantos me ofereceram e já está montado na casa da minha querida esposia.
Vamos lá ver se conseguimos por tudo em pratos limpos porque Velho ou não Velho, o gajo é o meu PrimoVelho e tem uma ganda pinta ter um primo velho como ele.
sexta-feira, setembro 03, 2010
Aqui Há Peixe outra vez!!
Passou quase um mês sem ter posto os pés em casa da Mafalda e do Miguel, com afazeres profissionais típicos da silly season abalei com ordens postas para os reinos dos Allgarves para aturar Ingleses, Irlandeses e outros géneros germânicos. Como ainda não consigo estar em dois sítios ao mesmo tempo, deixa para trás o meu querido canto Tertuliano do Chiado ali na Rua da Trindade esquina com o largo do Bordalo.
Custa abandonar durante tanto tempo uma casa daquelas, é como deixar de nos sentar na nossa sala descansados. É por isso que esta semana mal tive oportunidade, passei pela sala.
E que bem que sabe!! Tudo está igual mas para melhor!! O Reino do Aqui Há Peixe continua alegre, simpático e acolhedor.
Sentei-me no meu canto ali mesmo ao pé da porta da cozinha para, gritando como manda a praxe ir conversando com Sua Altaneza, entre graças e piadas entraram na mesa uns pimentos do padrón... que como diz o Miguel "uns picam outros non". A Mafalda chegou e a casa iluminou-se. Sabe bem lá estar sabem bem por lá ficar, sabe mal de lá sair, por isso para prolongar o gosto encomendei por sms um compincha que gosta também de comer bem.
Enquanto esperava pelo conviva e entre dois pimentos padron que picam preparei o meu mais que tudo... Aquele Vodka Martini que me sabe sempre a pouco e me refresca muito. ( 5 medidas de Vodka Svedka, 3 Medidas de Larios 12 Botânicas , 1 medida de Martini extra dry white, 1 dash de angustura, tudo no shaker e servido com duas azeitonas sem caroço num palito esterilizado em copo de coktail.)
Óspois apareceu-me uma raia suada em molho de tomate, cebola e outras coisas boas que o Miguel não conta...o raio da raia estava boa, quer dizer... muita boa.... acompanhada com um Burmester Branco fiquei com água na boca, esqueci o padrón picante e arrematei-me para um gelado da veneziana (chocolate morango e baunilha). Fiquei no café e com o compincha segui rumo ao trabalho.
Ficou ainda por adoçar a boca um dos doces da Mafalda, mas como não foi a ultima vez que lá vou, fica um pretexto ( se é que é preciso) para lá voltar. Atempadamente e com tempo para tertuliar entre risos, gritos e graças ali no canto depois dos almoços servidos, com Ela e com Ele acompanhados com um balde de gelo e um "chá" Irlandês.
Só quero que seja depressa.!!
Custa abandonar durante tanto tempo uma casa daquelas, é como deixar de nos sentar na nossa sala descansados. É por isso que esta semana mal tive oportunidade, passei pela sala.
E que bem que sabe!! Tudo está igual mas para melhor!! O Reino do Aqui Há Peixe continua alegre, simpático e acolhedor.
Sentei-me no meu canto ali mesmo ao pé da porta da cozinha para, gritando como manda a praxe ir conversando com Sua Altaneza, entre graças e piadas entraram na mesa uns pimentos do padrón... que como diz o Miguel "uns picam outros non". A Mafalda chegou e a casa iluminou-se. Sabe bem lá estar sabem bem por lá ficar, sabe mal de lá sair, por isso para prolongar o gosto encomendei por sms um compincha que gosta também de comer bem.
Enquanto esperava pelo conviva e entre dois pimentos padron que picam preparei o meu mais que tudo... Aquele Vodka Martini que me sabe sempre a pouco e me refresca muito. ( 5 medidas de Vodka Svedka, 3 Medidas de Larios 12 Botânicas , 1 medida de Martini extra dry white, 1 dash de angustura, tudo no shaker e servido com duas azeitonas sem caroço num palito esterilizado em copo de coktail.)
Óspois apareceu-me uma raia suada em molho de tomate, cebola e outras coisas boas que o Miguel não conta...o raio da raia estava boa, quer dizer... muita boa.... acompanhada com um Burmester Branco fiquei com água na boca, esqueci o padrón picante e arrematei-me para um gelado da veneziana (chocolate morango e baunilha). Fiquei no café e com o compincha segui rumo ao trabalho.
Ficou ainda por adoçar a boca um dos doces da Mafalda, mas como não foi a ultima vez que lá vou, fica um pretexto ( se é que é preciso) para lá voltar. Atempadamente e com tempo para tertuliar entre risos, gritos e graças ali no canto depois dos almoços servidos, com Ela e com Ele acompanhados com um balde de gelo e um "chá" Irlandês.
Só quero que seja depressa.!!
quinta-feira, setembro 02, 2010
Viva a Monarquia
Ando cansado e afastado aqui do limbo virtual, ando afastado destas minhas tertúlias selfmademyself. Ando um bocado despistado de tudo o que anda à minha volta, mas também nada de interessante anda por aí.
Fora o facto do meu afilhado já ter idade para ter juízo e eu próprio também já andar na idade do juízo, tudo o resto não tem nada de interessante. Daí também não ter aparecido por aqui.
Desculpas postas, toca a postar qualquer coisa, nem que seja para manter a conta activa. Não vá o sr. dr. Internet desactivar de vez este trabalhinho que tanto trabalho e anos tem dado.
Ultimamente ando assim um bocado apreensivo, não sei bem porquê, não sei se é o calor se é a barriga, já frondosa. de qualquer forma ando apreensivo.
Ultimamente também ando a notar que anda por aí um complot montado por forças ocultas mas com força suficiente para mexer e moldar as opiniões. Com um disfarçado pretexto conseguem calmamente provocar lavagens cerebrais subliminares mas efectivas.
Aproveitando o facto da nossa triste republica estar a comemorar os 100 anos de existência, andam silenciosamente publicando artigos em revistas, apresentado series na televisão exaltando e elevando a heróis assassinos terroristas pagos e transformando-os em mártires da republica.
Com 100 anos de existência não conseguem mostrar o que de bom a republica trouxe a Portugal, e como defesa toca a denegrir a Monarquia, a Família Real e todas as pessoas de bem que viviam e trabalhavam ao serviço da Nação.
É mais fácil mostrar um Rei gordo anafado, bon-vivant que apesar de o ser também muito fez pelo País. É mais fácil mostrar os podres dos 900 anos Monárquicos do que as qualidades e glorias destes últimos 100... Porquê? Simplesmente porque não as há!
Aproveitando as excentricidades e excessos da Família Real e seus pares, escondem , as perseguições dos grandes senhores Republicanos.
Aproveitando o descalabro das contas da Casa Real, escondem o descalabro das contas publicas provocadas pela República.
Aos poucos , mas consistentemente conseguem apagar todos os traços positivos que a Monarquia nos deixou. Justificando assim todos os excessos, prosseguições, crimes, corrupções, violações, outras coisas que rimam com ..ões, em nome da causa republicana.
Com isto o povinho fica contente e não refila. "Antes assim do que como antigamente".
Na televisão, mostram um Buiça coitadinho, pobre sem meios de subsistencia com dois filhos a viver numa casa mínima sem dinheiro para comprar um piano para a filha que tanto gostava de tocar...Mas ninguém se lembra que ter um piano naqueles tempos era a mesma coisa que ter uma casa de férias no Allllgarve.
Na revista mostram as despesas fartas que a Família Real fazia em compras e gastos. Mas também ninguém se lembra dos milhares de Euros, Contos ou o que seja gastos pelos Ministérios em decorações sempre que um novo ministro toma posse.
Mostram uma Ementa de Reis a comparar com uma ementa de criados na mesma noite no Palácio, os Reis com 5 pratos os criados com 1.... Mas ninguém fala dos lautos banquetes de Estado que são feitos actualmente, em que os empregados de mesa (antigos criados) são obrigados a vir jantados de casa.
É um escândalo o Rei D. Carlos, ao longo da sua vida ter comprado 5 Iates para "passear" mas ninguém se lembra que foi o próprio Rei que fez o levantamento da costa Portuguesa. Também ninguém se lembra que foi um dos maiores Oceanógrafos do Séc. XIX....
É facil dizer que o Rei passava a vida de férias, em Cascais, em Vila Viçosa, mas ninguém se lembra das viagens que um nosso presidente andou a fazer enquanto presidente.
É facil caracterizar um João Franco como um ditador que perseguia os inimigos do Rei, que mandava atirar contra o povo. Mas não há quem fale nas perseguições feitas em nome da Republica, dos linchamentos, das deportações. ou da Camioneta Fantasma de 19 de Outubro...
São 100 anos de republica, com 15 de desgoverno, 49 de ditadura (ditamole na minha opinião que isto não ficou arrumado como devia) e 36 de democracia currupta....
Ai Portugal Portugal....
Não mereces quem cá tens, e quem te tem não te merece.
Fora o facto do meu afilhado já ter idade para ter juízo e eu próprio também já andar na idade do juízo, tudo o resto não tem nada de interessante. Daí também não ter aparecido por aqui.
Desculpas postas, toca a postar qualquer coisa, nem que seja para manter a conta activa. Não vá o sr. dr. Internet desactivar de vez este trabalhinho que tanto trabalho e anos tem dado.
Ultimamente ando assim um bocado apreensivo, não sei bem porquê, não sei se é o calor se é a barriga, já frondosa. de qualquer forma ando apreensivo.
Ultimamente também ando a notar que anda por aí um complot montado por forças ocultas mas com força suficiente para mexer e moldar as opiniões. Com um disfarçado pretexto conseguem calmamente provocar lavagens cerebrais subliminares mas efectivas.
Aproveitando o facto da nossa triste republica estar a comemorar os 100 anos de existência, andam silenciosamente publicando artigos em revistas, apresentado series na televisão exaltando e elevando a heróis assassinos terroristas pagos e transformando-os em mártires da republica.
Com 100 anos de existência não conseguem mostrar o que de bom a republica trouxe a Portugal, e como defesa toca a denegrir a Monarquia, a Família Real e todas as pessoas de bem que viviam e trabalhavam ao serviço da Nação.
É mais fácil mostrar um Rei gordo anafado, bon-vivant que apesar de o ser também muito fez pelo País. É mais fácil mostrar os podres dos 900 anos Monárquicos do que as qualidades e glorias destes últimos 100... Porquê? Simplesmente porque não as há!
Aproveitando as excentricidades e excessos da Família Real e seus pares, escondem , as perseguições dos grandes senhores Republicanos.
Aproveitando o descalabro das contas da Casa Real, escondem o descalabro das contas publicas provocadas pela República.
Aos poucos , mas consistentemente conseguem apagar todos os traços positivos que a Monarquia nos deixou. Justificando assim todos os excessos, prosseguições, crimes, corrupções, violações, outras coisas que rimam com ..ões, em nome da causa republicana.
Com isto o povinho fica contente e não refila. "Antes assim do que como antigamente".
Na televisão, mostram um Buiça coitadinho, pobre sem meios de subsistencia com dois filhos a viver numa casa mínima sem dinheiro para comprar um piano para a filha que tanto gostava de tocar...Mas ninguém se lembra que ter um piano naqueles tempos era a mesma coisa que ter uma casa de férias no Allllgarve.
Na revista mostram as despesas fartas que a Família Real fazia em compras e gastos. Mas também ninguém se lembra dos milhares de Euros, Contos ou o que seja gastos pelos Ministérios em decorações sempre que um novo ministro toma posse.
Mostram uma Ementa de Reis a comparar com uma ementa de criados na mesma noite no Palácio, os Reis com 5 pratos os criados com 1.... Mas ninguém fala dos lautos banquetes de Estado que são feitos actualmente, em que os empregados de mesa (antigos criados) são obrigados a vir jantados de casa.
É um escândalo o Rei D. Carlos, ao longo da sua vida ter comprado 5 Iates para "passear" mas ninguém se lembra que foi o próprio Rei que fez o levantamento da costa Portuguesa. Também ninguém se lembra que foi um dos maiores Oceanógrafos do Séc. XIX....
É facil dizer que o Rei passava a vida de férias, em Cascais, em Vila Viçosa, mas ninguém se lembra das viagens que um nosso presidente andou a fazer enquanto presidente.
É facil caracterizar um João Franco como um ditador que perseguia os inimigos do Rei, que mandava atirar contra o povo. Mas não há quem fale nas perseguições feitas em nome da Republica, dos linchamentos, das deportações. ou da Camioneta Fantasma de 19 de Outubro...
São 100 anos de republica, com 15 de desgoverno, 49 de ditadura (ditamole na minha opinião que isto não ficou arrumado como devia) e 36 de democracia currupta....
Ai Portugal Portugal....
Não mereces quem cá tens, e quem te tem não te merece.
quinta-feira, abril 08, 2010
Sinais do Tempos ou Progresso????
Porque é que antigamente nos jornais liamos "Dr. Fulano de Sicrano, Politico Ilustre...." e agora lemos "Eng. Qualquer Coisa... Politico Currupto...."
É o progresso ???
É o progresso ???
terça-feira, março 23, 2010
afinal ainda há Esperança!!!
Vive na Rua do Patrocinio à Lapa tem 68 anos e é religiosa.
Chamam-lhe Maria da Esperança.
Chamam-lhe Maria da Esperança.
segunda-feira, março 22, 2010
O meu Columba Livia já não pia...
A minha ausencia aqui por estas bandas tem um motivo.
Fui estudar com o meu grande amigo e eximio conhecedor da natureza e todos os animais que os rodeiam os hábitos dos Columba Livia, afim de poder por fim dar-lhe o merecido tratamento...
O meu novo colega Ricardo Atãnbuora ( primo daquele gaijo inglês que aparecia a falar baixinho atrás das plantas...) explicou-me que o meu Columba é um animal de hábitos diurnos e á noite dorme...até aqui... tudo bem. É um bicho tipo eu desde à dois anos pra cá...
Só que as parecenças acabam aqui. O raio do bicho inda não conhece o melhor invento dos Suiços - o relógio- é por isso que os Suiços são um povo chato ( como dizia o pai de cinco pessoas que eu conheço). E por isso logo que o sol raia começa o rururur, aoo contrário de mim... que logo que o sol raia, deito-me ... (ou deitava-me).
Enfim, andando nos estudos sobre os habitos do animal cheguei a varias conclusões:
Não dá para dar cabo dele... aparece logo outro a seguir ( daí o arroz de pombo que a vizinha de baixo ofereceu)
É um animal que vive nas cidades a alimenta-se de tudo o que está disponivel... ( tá-me a parecer que aqui tem parecenças com uma tribo que vive ali para os lados de S. Bento....) -Politicus Curruptus
É um animal que volta não volta, vira-se para o outro lado...portantos arrasta a asa com um piquinho a azedo... ( Na tribo de S. Bento há desses....)
É um animal que trimestral...goza de 3 em 3 meses e põe sempre o mesmo numero de ovos (2)
( Em S. Bento é costume tirarem férias ou fazerem viagens de estado com desculpa de ser trabalho)
É um animal que, como não tem predadores naturais ( além de mim) é uma praga para a sociedade. (tal qual como a tribo de S. Bento)
assimilando todos estes pontos estou a estudar num sistema para dar cabo deles... ainda não sei qual mas tem a haver com uma mega gaiola para os meter a todos dentro do poleiro de S. Bento!!
Fui estudar com o meu grande amigo e eximio conhecedor da natureza e todos os animais que os rodeiam os hábitos dos Columba Livia, afim de poder por fim dar-lhe o merecido tratamento...
O meu novo colega Ricardo Atãnbuora ( primo daquele gaijo inglês que aparecia a falar baixinho atrás das plantas...) explicou-me que o meu Columba é um animal de hábitos diurnos e á noite dorme...até aqui... tudo bem. É um bicho tipo eu desde à dois anos pra cá...
Só que as parecenças acabam aqui. O raio do bicho inda não conhece o melhor invento dos Suiços - o relógio- é por isso que os Suiços são um povo chato ( como dizia o pai de cinco pessoas que eu conheço). E por isso logo que o sol raia começa o rururur, aoo contrário de mim... que logo que o sol raia, deito-me ... (ou deitava-me).
Enfim, andando nos estudos sobre os habitos do animal cheguei a varias conclusões:
Não dá para dar cabo dele... aparece logo outro a seguir ( daí o arroz de pombo que a vizinha de baixo ofereceu)
É um animal que vive nas cidades a alimenta-se de tudo o que está disponivel... ( tá-me a parecer que aqui tem parecenças com uma tribo que vive ali para os lados de S. Bento....) -Politicus Curruptus
É um animal que volta não volta, vira-se para o outro lado...portantos arrasta a asa com um piquinho a azedo... ( Na tribo de S. Bento há desses....)
É um animal que trimestral...goza de 3 em 3 meses e põe sempre o mesmo numero de ovos (2)
( Em S. Bento é costume tirarem férias ou fazerem viagens de estado com desculpa de ser trabalho)
É um animal que, como não tem predadores naturais ( além de mim) é uma praga para a sociedade. (tal qual como a tribo de S. Bento)
assimilando todos estes pontos estou a estudar num sistema para dar cabo deles... ainda não sei qual mas tem a haver com uma mega gaiola para os meter a todos dentro do poleiro de S. Bento!!
terça-feira, março 16, 2010
Ainda o raio do animal!!
Tentei tudo... até agora foram 8 tentativas frustradas, o raio do bicho nã se move... até deitei uma poção mágica de 650 forte mas o raio não desarma.
foram 8 dias de intenso assédio ao animal... todas as manhã lá ia eu com a pressão de ar do meu afilhado Tété, que tem o mesmo nome que eu, amandar-lhe uma chumbada, mas o malandro parece ser feito de ferro, aquilo não faz nada.
O raio do animal leva a chumbada, sacode as penas levanta voo e passado meia horinha lá tá ele de novo no poleiro debaixo do quarto todo lampeiro a rururrrurar aos meus óvidios!!
À noite, a mesma coisa, chego a casa, pé ante pé e ponho-me à coca...de cocoras ( esta vem no Leão da Estrela), saco da fisga do meu afilhado Tété e tunga!! fisgada no animal... o raio faz a mesma coisa... levanta voo e meia hora depois ou assim, lá tá o bicho aninhado...
Ontem, que foi dia de limpezas lá em casa, juntei um bocadinho de harpic, pus-lhe sulfato de sódio e um bocado de fermento de pão que a minha senhora usa para fazer os pãos quentes e tunga.... dei-lhe de comer... o bicho comeu e.... nada...levantou voo e meia hora depois "Lá tá o gajo!!" (esta é de S.A.R. El Rei D. Carlos I quando viu o Kaiser no Trono ( trono, trono, não é aquele trono...)).
O bicho não desiste, uzurpou aquele poleiro e ninguém o consegue demover... eu e a minha Dáma é que nos lixamos ru rur urr ru toda a manhã...
A vizinha de baixo é que anda a queixar-se...diz que ultimamente têm aparecido pombos mortos na varanda... curioso... com tanto pombo a morrer por aí...porque é que não morre o "meu"???
foram 8 dias de intenso assédio ao animal... todas as manhã lá ia eu com a pressão de ar do meu afilhado Tété, que tem o mesmo nome que eu, amandar-lhe uma chumbada, mas o malandro parece ser feito de ferro, aquilo não faz nada.
O raio do animal leva a chumbada, sacode as penas levanta voo e passado meia horinha lá tá ele de novo no poleiro debaixo do quarto todo lampeiro a rururrrurar aos meus óvidios!!
À noite, a mesma coisa, chego a casa, pé ante pé e ponho-me à coca...de cocoras ( esta vem no Leão da Estrela), saco da fisga do meu afilhado Tété e tunga!! fisgada no animal... o raio faz a mesma coisa... levanta voo e meia hora depois ou assim, lá tá o bicho aninhado...
Ontem, que foi dia de limpezas lá em casa, juntei um bocadinho de harpic, pus-lhe sulfato de sódio e um bocado de fermento de pão que a minha senhora usa para fazer os pãos quentes e tunga.... dei-lhe de comer... o bicho comeu e.... nada...levantou voo e meia hora depois "Lá tá o gajo!!" (esta é de S.A.R. El Rei D. Carlos I quando viu o Kaiser no Trono ( trono, trono, não é aquele trono...)).
O bicho não desiste, uzurpou aquele poleiro e ninguém o consegue demover... eu e a minha Dáma é que nos lixamos ru rur urr ru toda a manhã...
A vizinha de baixo é que anda a queixar-se...diz que ultimamente têm aparecido pombos mortos na varanda... curioso... com tanto pombo a morrer por aí...porque é que não morre o "meu"???
segunda-feira, março 08, 2010
Raio do POMBO!!
Tenho um hábito antigo, já de quase 20 anos... sempre que vejo o careca no piano grito a plenos pulmões para me cantar o Pombo!1 O pombo em si é um animal nojento, mas aquela canção até que é de fazer vir as lagrimas aos olhos.
Conta a hitórioa de um pombo que queria fugir da janela e voar por montes e vales desconhecidos á procura do seu reino.... o pombo lá consegue sair e vor e desaparece... pelo menos assim é na canção...
Nunca me preocupei em saber onde é que o pombo pára, lá vai ele a avoar e deixai-o ir...
Entrementes continuo sempre a gritar ao Careca "CANTA O POMBO!! CANTA O POMBO!"... e o careca coitado e resignado lá o canta... a moda pegou e agora há para aí mais gente a pedir o mesmo até porque a canção é gira, e o careca já se rendeu á evidencia e lá a canta... e bem!!, é por isso que é bom de o ouvir também...
Vai já para uns tempos que não grito "canta o Pombo" ao Careca, não tenho aparecido não o tenho visto. Ando entretido a mais a minha Dáma a mudar da casa do tecto inclinado, para a casa do Trono personalizado.
Resolvemos por na nossa casa nova a cama mesmo junta á janela, assim acordamos logo ao rair do sol ( julgamos nós... porque sol é coisa que não vejo neste País já vai pra 5 meses a fazer 6...).
Dormimos que nem dois pombinhos , agarradinhos... e ao raiar do dia acordamos com o Pombo, per si,.
O Cabr%$$"#"!!! do Pombo, todas as manhãs acorda-nos com aquele ru ru ru ru ru ru ru ru ru... insuportavel!! fideputaruin não nos deixa dormir aquelas horas da madrugada onde já se vê luz mas ainda não está dia...
Ando a estudar como vou desfazer-me do pombo!! tabua com pregos, veneno, cola contacto, um tirinho de caçadeira, ou algo assim... mas aquele rato voador de penas vai ter que ir desta para melhor...
A minha Dáma já me disse... "bem feita!!! passas a vida a pedir o POMBO... agora tens o teu mesmo debaixo da janela do quarto..." Quem muito quer....
Conta a hitórioa de um pombo que queria fugir da janela e voar por montes e vales desconhecidos á procura do seu reino.... o pombo lá consegue sair e vor e desaparece... pelo menos assim é na canção...
Nunca me preocupei em saber onde é que o pombo pára, lá vai ele a avoar e deixai-o ir...
Entrementes continuo sempre a gritar ao Careca "CANTA O POMBO!! CANTA O POMBO!"... e o careca coitado e resignado lá o canta... a moda pegou e agora há para aí mais gente a pedir o mesmo até porque a canção é gira, e o careca já se rendeu á evidencia e lá a canta... e bem!!, é por isso que é bom de o ouvir também...
Vai já para uns tempos que não grito "canta o Pombo" ao Careca, não tenho aparecido não o tenho visto. Ando entretido a mais a minha Dáma a mudar da casa do tecto inclinado, para a casa do Trono personalizado.
Resolvemos por na nossa casa nova a cama mesmo junta á janela, assim acordamos logo ao rair do sol ( julgamos nós... porque sol é coisa que não vejo neste País já vai pra 5 meses a fazer 6...).
Dormimos que nem dois pombinhos , agarradinhos... e ao raiar do dia acordamos com o Pombo, per si,.
O Cabr%$$"#"!!! do Pombo, todas as manhãs acorda-nos com aquele ru ru ru ru ru ru ru ru ru... insuportavel!! fideputaruin não nos deixa dormir aquelas horas da madrugada onde já se vê luz mas ainda não está dia...
Ando a estudar como vou desfazer-me do pombo!! tabua com pregos, veneno, cola contacto, um tirinho de caçadeira, ou algo assim... mas aquele rato voador de penas vai ter que ir desta para melhor...
A minha Dáma já me disse... "bem feita!!! passas a vida a pedir o POMBO... agora tens o teu mesmo debaixo da janela do quarto..." Quem muito quer....
quinta-feira, março 04, 2010
Trono Meu, haverá coisa mais bela do que o meu?
A Minha casa tinha o tecto inclinado, ora para a esquerda ora para a direita, dependia se estavamos a ir para lá ou a vir para cá. A parte mais alta, e onde o tecto era direito e não era inclinada era a parte menos usada da casa.
Vizinhos tinhamos, mas viviam todos por baixo. Em cima de nós, só telhas e pombos que não nos incomodavam nem muito nem pouco, salvo aquela vez que ficou no algeroz um borracho entalado. Coitado, morreu, entupiu aquilo e deixou para lá um cheiro horroroso, até que o meu afilhado Tété, que tem o mesmo nome que eu, foi lá e desfes-se do borracho ou do que restava dele.
A casa era piquena, mas era muito mesmo muito acolhedora. Um ninho prós dois pombinhos acabados de casar, só que aqui o je tem o tamanho do poupas, e a casa era demais pequena para os meus hábitos. O problema principal estava no trono. Parte fundamental de um qualquer membro da nossa estirpe.
O trono, é talvez a peça de imobiliario e a divisão da casa mais importante para os meus consaguineandos,e eu próprio. É ali que todas as manhãs nos preparamos para o dia que se nos depara pela frente. É ali que nos cultivamos a ler revistas cor de rosa ou da especialidade. É ali que lemos os mais belos livros. O trono é um refúgio. Onde podemos estar nós, só nós e mais ninguém. O silencio envolvente leva-nos á meditação. É necessário estar concentrado quando estamos no trono. Temos os nossos timings, os nossos rituais. É ali que exercitamos a mente, arrumamos a cabeça, e nos livramos das impurezas do dia.
Sem um trono decente sentimo-nos sempre cheios de alguma coisa má. Estar no trono é uma atitude uma vocação. Quem passa no trono a correr, faz porcaria de certeza. O trono é, talvez, nos dias que correm o melhor escape anti-stress que existe. Quando estamos no trono, a fazer as nossas fazedorias ninguém se chega perto. Ninguém nos incomóda. Ninguém nos chama ou pede para nos despacharmos. Sabem que ali a pressa é inimiga da perfeição.
No trono somos reis, senhores e donos do nosso tempo. É ali que montamos as estratégias diarias, resumimos as batalhas diárias. é ali que despejamos todas as energias negativas.
O prazer que existe em estar no trono é imesuravel. Nada se compara. Nem mesmo as vezes anteriores.
Agora tenhoa sorte de ter conseguido arranjar um trono só para mim. pode parecer egoismo, mas não! antes pelo contrário. Ele há coisas que não se devem partilhar. o Trono é uma delas. talvez por isso seja monarquico. Talvez seja absolutista. uma certeza vou ter, enquanto viver, vou sentar-me todos os dias no trono!!
E se poder, espero passar por muitos tronos, como tenho passado. Recordo-me aquele em Sintra onde estive petrificado a contemplar o Palácio da Vila todo iluminado. Dei por mim e perdi o jantar que se servia lá em baixo mas ninguém me incomodou.
Vizinhos tinhamos, mas viviam todos por baixo. Em cima de nós, só telhas e pombos que não nos incomodavam nem muito nem pouco, salvo aquela vez que ficou no algeroz um borracho entalado. Coitado, morreu, entupiu aquilo e deixou para lá um cheiro horroroso, até que o meu afilhado Tété, que tem o mesmo nome que eu, foi lá e desfes-se do borracho ou do que restava dele.
A casa era piquena, mas era muito mesmo muito acolhedora. Um ninho prós dois pombinhos acabados de casar, só que aqui o je tem o tamanho do poupas, e a casa era demais pequena para os meus hábitos. O problema principal estava no trono. Parte fundamental de um qualquer membro da nossa estirpe.
O trono, é talvez a peça de imobiliario e a divisão da casa mais importante para os meus consaguineandos,e eu próprio. É ali que todas as manhãs nos preparamos para o dia que se nos depara pela frente. É ali que nos cultivamos a ler revistas cor de rosa ou da especialidade. É ali que lemos os mais belos livros. O trono é um refúgio. Onde podemos estar nós, só nós e mais ninguém. O silencio envolvente leva-nos á meditação. É necessário estar concentrado quando estamos no trono. Temos os nossos timings, os nossos rituais. É ali que exercitamos a mente, arrumamos a cabeça, e nos livramos das impurezas do dia.
Sem um trono decente sentimo-nos sempre cheios de alguma coisa má. Estar no trono é uma atitude uma vocação. Quem passa no trono a correr, faz porcaria de certeza. O trono é, talvez, nos dias que correm o melhor escape anti-stress que existe. Quando estamos no trono, a fazer as nossas fazedorias ninguém se chega perto. Ninguém nos incomóda. Ninguém nos chama ou pede para nos despacharmos. Sabem que ali a pressa é inimiga da perfeição.
No trono somos reis, senhores e donos do nosso tempo. É ali que montamos as estratégias diarias, resumimos as batalhas diárias. é ali que despejamos todas as energias negativas.
O prazer que existe em estar no trono é imesuravel. Nada se compara. Nem mesmo as vezes anteriores.
Agora tenhoa sorte de ter conseguido arranjar um trono só para mim. pode parecer egoismo, mas não! antes pelo contrário. Ele há coisas que não se devem partilhar. o Trono é uma delas. talvez por isso seja monarquico. Talvez seja absolutista. uma certeza vou ter, enquanto viver, vou sentar-me todos os dias no trono!!
E se poder, espero passar por muitos tronos, como tenho passado. Recordo-me aquele em Sintra onde estive petrificado a contemplar o Palácio da Vila todo iluminado. Dei por mim e perdi o jantar que se servia lá em baixo mas ninguém me incomodou.
terça-feira, março 02, 2010
ZeRmattz é de Castro d'Aire
Ztive zdurantze uma zeman na ztancia dze szki de zermatt!.
Aqui é lindo, digo eu...tudo branquinho cheio de neve,m um frio de rachar e sol muito sol, daquele que se via em Portugal vai prái uns anitos, e que agora já não se vê vai prái uns meses largos.
As pistas do dito ski estavam boas cumómilho... ou melhores até porque áas vezes o milho não é assim tão bom quanto se diz.
foram prái, de certeza uns 7 dias de ski espectaculares, as companhias uma alegre companhia, e as refeições uma delicia.
Fundue de Queijo, Fundue de Carne, Fundue de Queijo, Raclettes, Pizza extra queijo, Queijo no pão, queijo ao pikeno almoço, enfim... até queijo nas botas de ski ao fim do dia...
A carne também estava boa, bife de castelobrilhante ( chateaubriand para os entendidos), Tornedó ( tornedo para os entendidos), Bife do Sir Loin ( Sirloin steak para os entendidos). E os vinhos?? Upa Upa uma delicia também!!
Eles eram da australia, do chile, da nova zelandia, da Africa do Sul, atá tinha da frança, da Italia e da Suiça também ( o País, não a pastelaria).
Houve até uma noite que mamamos, sorvemos, bebericamos e apreciamos ( consoante os convivas) um Castelo Novo do Papa ( Chateauneuf du Pape para os entendidos), quer dizer ... não foi um...foram mais que um e menos que três....( dois para os entendidos)
Mas o melhor de tudo, foi o acolhiumento!! sentimo-nos em casa!! Mal chegamos ao comboio apareceu-nos o picas. e o Picas era mesmo um picas dos nossos!! Tuga dos 4 costados!! ficamos todos lixados, pagamos um balurdio no comboio , podiamos ter ido de borla, se soubessemos que o Picas era mesmo Picas e não picquees como pensámos.
Mal saidos do train, dans la voie 1 apareceu-nos um fogareiro, e não é que era mesmo um fogareiro??' Tuga do 4 costados. Como era o taxi do Hotel, não pagamos nada. mas demos uma boa groja ao Tuga fogareiro. era de Castro de Aire e falava achim...
Saídos do tachi entrados na rechepção encontramos uma recepcioniste trés belle avec des belles poitrines.... Sara de seu nome, Tuga de sua raça...claro.... também de Castro de Aire e também falava achim...
Os quartos uma maravilha, as empregadas que nos faziam as camas ( puxavam o edredão para cima) , eram também Tugas.. de Castro de Aire e falavam achim...
Fomos para as pistas, lá em cima... o tecnico dos meios mecanicos...Tuga de Castro de Aire...falava achim...
O Restaurante das racletes e fondues... lá estava a Fátima... Tuga de Castro d'Aire... ai não!! esta era de Lisboa, mas falava Achim... por isso desconfio que fosse mesmo de Lisboa.
O Mais giro de tudo é que havia mais Castro D'Airenses em Zermatt do que em Castro d'Aire...me parece porque ainda não tive tempo de lá ir confirmar... Acho também que, quando lá for não vou encontrar nenhum Suisse /Deutsh em Castro d'Aire... creio eu... mas também não ponho as mãos no fogo. Hoje em dia com a globalização, o erasmus e a internet tudo é possivel.
Vou ter saudades desta bela semana, pela companhia e pela vidinha que tivemos, mas não vou ter saudades nenhumas, mas mesmo nenhumas dos "locals"... são uns fideputaruins incompetentes malcriados e racistas que não dev iam existir... Um País tão bonito com gente daquela... dá Deus dentes a quem não tem nozes...
Não fossem os Tugas de Castro d'Aire, aquilo era mesmo mau fora das pistas...
Aqui é lindo, digo eu...tudo branquinho cheio de neve,m um frio de rachar e sol muito sol, daquele que se via em Portugal vai prái uns anitos, e que agora já não se vê vai prái uns meses largos.
As pistas do dito ski estavam boas cumómilho... ou melhores até porque áas vezes o milho não é assim tão bom quanto se diz.
foram prái, de certeza uns 7 dias de ski espectaculares, as companhias uma alegre companhia, e as refeições uma delicia.
Fundue de Queijo, Fundue de Carne, Fundue de Queijo, Raclettes, Pizza extra queijo, Queijo no pão, queijo ao pikeno almoço, enfim... até queijo nas botas de ski ao fim do dia...
A carne também estava boa, bife de castelobrilhante ( chateaubriand para os entendidos), Tornedó ( tornedo para os entendidos), Bife do Sir Loin ( Sirloin steak para os entendidos). E os vinhos?? Upa Upa uma delicia também!!
Eles eram da australia, do chile, da nova zelandia, da Africa do Sul, atá tinha da frança, da Italia e da Suiça também ( o País, não a pastelaria).
Houve até uma noite que mamamos, sorvemos, bebericamos e apreciamos ( consoante os convivas) um Castelo Novo do Papa ( Chateauneuf du Pape para os entendidos), quer dizer ... não foi um...foram mais que um e menos que três....( dois para os entendidos)
Mas o melhor de tudo, foi o acolhiumento!! sentimo-nos em casa!! Mal chegamos ao comboio apareceu-nos o picas. e o Picas era mesmo um picas dos nossos!! Tuga dos 4 costados!! ficamos todos lixados, pagamos um balurdio no comboio , podiamos ter ido de borla, se soubessemos que o Picas era mesmo Picas e não picquees como pensámos.
Mal saidos do train, dans la voie 1 apareceu-nos um fogareiro, e não é que era mesmo um fogareiro??' Tuga do 4 costados. Como era o taxi do Hotel, não pagamos nada. mas demos uma boa groja ao Tuga fogareiro. era de Castro de Aire e falava achim...
Saídos do tachi entrados na rechepção encontramos uma recepcioniste trés belle avec des belles poitrines.... Sara de seu nome, Tuga de sua raça...claro.... também de Castro de Aire e também falava achim...
Os quartos uma maravilha, as empregadas que nos faziam as camas ( puxavam o edredão para cima) , eram também Tugas.. de Castro de Aire e falavam achim...
Fomos para as pistas, lá em cima... o tecnico dos meios mecanicos...Tuga de Castro de Aire...falava achim...
O Restaurante das racletes e fondues... lá estava a Fátima... Tuga de Castro d'Aire... ai não!! esta era de Lisboa, mas falava Achim... por isso desconfio que fosse mesmo de Lisboa.
O Mais giro de tudo é que havia mais Castro D'Airenses em Zermatt do que em Castro d'Aire...me parece porque ainda não tive tempo de lá ir confirmar... Acho também que, quando lá for não vou encontrar nenhum Suisse /Deutsh em Castro d'Aire... creio eu... mas também não ponho as mãos no fogo. Hoje em dia com a globalização, o erasmus e a internet tudo é possivel.
Vou ter saudades desta bela semana, pela companhia e pela vidinha que tivemos, mas não vou ter saudades nenhumas, mas mesmo nenhumas dos "locals"... são uns fideputaruins incompetentes malcriados e racistas que não dev iam existir... Um País tão bonito com gente daquela... dá Deus dentes a quem não tem nozes...
Não fossem os Tugas de Castro d'Aire, aquilo era mesmo mau fora das pistas...
sexta-feira, janeiro 08, 2010
Bom Anús!!
Nada melhor que começar este anu'special da segunda decada do seculo XXI com um post dedicado a todos e todas aquelas que lutaram pelus ideais de abril, pela liberdade e pelos grande valores morais da nossa çuciedade!!
Que bom já se podem casar!! Que bom já podem viver juntos andar de mãos dadas, fazer poucas vergonhas nos bancos do jardim, namorar á vista de todos. Agarradinhos aconchegados no seu querido mundo!!
A lei do casamento passou!! Agora são felizes!! UAU!! ganda pinta!! Vivá democracia!!
Pessoalmente estou nas tintas para os gostos e desgostos de cada um, o que acho é ridiculo é o sururu todo á volta desta nova lay do casamento gay...ai que bom ai que bom!!
Mas na realidade? o que é que muda? sempre houve paneleiros e paneleiras!! sempre viveram juntos, sempre fizeram o que queriam e o que quiseram... sentiam-se discriminados??...tadinhos... e acham que vai ser uma lay que os vai tornar menos discriminados?
A lay só não basta!! São os costumes, a educação e a moral. Não é mais nada.
o problemas dos ditos gays é que gostam de fazer barulho e dizer em alta voz que levam no cú.
se fossem gays como deve ser, como as pessoas não gays são, talvez fossem mais felizes. Uns e outros.
Aqui o problema começa nos proprios gays que querem á força ser iguais...porque são diferentes. Mas se são diferentes porquê que querem ser iguais?
Se deixassem de andar em paradas, em aminifestações ridiculamente coloridas a bradar aos céus que são diferentes e exigem ser tratados iguais, talvez fossem tratados iguais, se não andassem a apregoar a diferença!!
é que ninguém é igual a ninguém, e aqueles que mostram que são diferentes estivessem calados, todos seriamos felizes!!
vivá os gays, os não gays os rabetas, os machos latinos os pretos, os brancos, os alentejanos, os minhotos e todos os outros.
São estas coisa que tornam este Grande País dos nossos paizinhos numa grande merda para os nossos filhos!
Viva Portugal!!!
Que bom já se podem casar!! Que bom já podem viver juntos andar de mãos dadas, fazer poucas vergonhas nos bancos do jardim, namorar á vista de todos. Agarradinhos aconchegados no seu querido mundo!!
A lei do casamento passou!! Agora são felizes!! UAU!! ganda pinta!! Vivá democracia!!
Pessoalmente estou nas tintas para os gostos e desgostos de cada um, o que acho é ridiculo é o sururu todo á volta desta nova lay do casamento gay...ai que bom ai que bom!!
Mas na realidade? o que é que muda? sempre houve paneleiros e paneleiras!! sempre viveram juntos, sempre fizeram o que queriam e o que quiseram... sentiam-se discriminados??...tadinhos... e acham que vai ser uma lay que os vai tornar menos discriminados?
A lay só não basta!! São os costumes, a educação e a moral. Não é mais nada.
o problemas dos ditos gays é que gostam de fazer barulho e dizer em alta voz que levam no cú.
se fossem gays como deve ser, como as pessoas não gays são, talvez fossem mais felizes. Uns e outros.
Aqui o problema começa nos proprios gays que querem á força ser iguais...porque são diferentes. Mas se são diferentes porquê que querem ser iguais?
Se deixassem de andar em paradas, em aminifestações ridiculamente coloridas a bradar aos céus que são diferentes e exigem ser tratados iguais, talvez fossem tratados iguais, se não andassem a apregoar a diferença!!
é que ninguém é igual a ninguém, e aqueles que mostram que são diferentes estivessem calados, todos seriamos felizes!!
vivá os gays, os não gays os rabetas, os machos latinos os pretos, os brancos, os alentejanos, os minhotos e todos os outros.
São estas coisa que tornam este Grande País dos nossos paizinhos numa grande merda para os nossos filhos!
Viva Portugal!!!
quarta-feira, outubro 21, 2009
Palhacices
Não há dia que passe sem que apareça por aí um escandalo , uma afronta e uma vergonha!! realmente é preciso ter estomago para ser Tuga, para acreditar neste País e para respeitar estas gentes.
Ele é os politicos, ele é o governo ele é os jornalistas, ele é os alunos, ele é as pessoas, ou melhor... o povo, o povinho... a verdade é que este País está redondo!! Não tem ponta por onde se pegue!!
Ele é os politicos, ele é o governo ele é os jornalistas, ele é os alunos, ele é as pessoas, ou melhor... o povo, o povinho... a verdade é que este País está redondo!! Não tem ponta por onde se pegue!!
quarta-feira, agosto 05, 2009
o Serafim
Ontem foi a inauguração...só para amigos já se vê que o local ali não é para multidões.
conheci o serafim, foi amor à primeira vista!!
O pikeno está comodamente instalado no aquario, junto com as pequenas lobsters, vinda de proposito e directamente de um certo viveiro.
Serafim neste momento é o único da sua especie. Grande, forte, de olhar penetrante a captar todos os movimentos à sua volta. brinca com as bolhinhas de ar que saiem do chão da sua nova casa.
volta não volta dá uma volta, como querendo entrumar-se com as companheiras de quarto, mas elas não lhe dão grande conversa, andam todas muito juntinhas em cima umas das outras como que em manifestação.
O Serafim pareceu-me, sente-se sozinho, assim um bocado acabrunhado, mas ao mesmo tempo tem um ar imponente! Como que dono e senhor daquele reino. O próprio do Reino, também já o topou... acha-o fantástic maravilhoso!
Enquanto o tempo cá fora passa a correr, ali dentro parece que parou. Não há muito para fazer, além de uns passeios até cima, umas voltas aos quatro cantos, um agitar do fundo para brincar com as pedrinhas e conchinhas e pouco mais. Mas Serafim não está muito preocupado. Aproveita o tempo, vai comendo aqui e ali, engordando e ficando maiorzito. É bom que assim seja, quanto mais ele crescer mais o Reino ganha.
o Serafim, é pintalgado em tons azuis esverdeados para se confundir com o fundos onde vivia. Agora vê-se melhor, está á mostra. É um regalo para os nossos olhos. Talvez para o Serafim também o seja... pareceu-me que era um bocado possidónio, não pelo que veste, mas pela maneira com anda. Assim tipo sem dar importancia.
mas o Serafim tem esse direito. É imponente!
o Serafim, é um extravagante.... e é pra mim!!
conheci o serafim, foi amor à primeira vista!!
O pikeno está comodamente instalado no aquario, junto com as pequenas lobsters, vinda de proposito e directamente de um certo viveiro.
Serafim neste momento é o único da sua especie. Grande, forte, de olhar penetrante a captar todos os movimentos à sua volta. brinca com as bolhinhas de ar que saiem do chão da sua nova casa.
volta não volta dá uma volta, como querendo entrumar-se com as companheiras de quarto, mas elas não lhe dão grande conversa, andam todas muito juntinhas em cima umas das outras como que em manifestação.
O Serafim pareceu-me, sente-se sozinho, assim um bocado acabrunhado, mas ao mesmo tempo tem um ar imponente! Como que dono e senhor daquele reino. O próprio do Reino, também já o topou... acha-o fantástic maravilhoso!
Enquanto o tempo cá fora passa a correr, ali dentro parece que parou. Não há muito para fazer, além de uns passeios até cima, umas voltas aos quatro cantos, um agitar do fundo para brincar com as pedrinhas e conchinhas e pouco mais. Mas Serafim não está muito preocupado. Aproveita o tempo, vai comendo aqui e ali, engordando e ficando maiorzito. É bom que assim seja, quanto mais ele crescer mais o Reino ganha.
o Serafim, é pintalgado em tons azuis esverdeados para se confundir com o fundos onde vivia. Agora vê-se melhor, está á mostra. É um regalo para os nossos olhos. Talvez para o Serafim também o seja... pareceu-me que era um bocado possidónio, não pelo que veste, mas pela maneira com anda. Assim tipo sem dar importancia.
mas o Serafim tem esse direito. É imponente!
o Serafim, é um extravagante.... e é pra mim!!
segunda-feira, julho 27, 2009
Vão voltar os Extravagantes!! VIVÁ
Afinal o que é bom ás vezes dura muito e não faz mal!!
Os Extravagantes vão voltar!!! E eu já ando aos saltos!!
As saudades que eu tinha deles... Extravagantes suados pó je, moi meme....
É verdade que voltam sem a linda vista, mas voltam para bem perto, mesmo para o meu lado. e voltam em grande, pela mão do Rei Reino, pelo carinho da princesa Mafalda!!
Voltam os meus animaizinhos de estimação, ali mesmo no centro de Lisboa, onde o Eça passeava de bengala e chapeu alto.
Voltam para uma casa linda, toda feita com amor, carinho e muita estimação pelo grande PêPiSan.
Vão voltar a animar as minhas tardes, as minhas noites. Vão voltar a fazer-me rir e a ouvir os berros do Reino.
E eu agora já sempre bem acompanhado, já não me assento sozinho.
Já nos estou a imaginar ali no sofá em L sentado até a casa fechar, a rir rir rir. Rodeados de gente boa.
Só não há a vista é verdade, mas há muito mais. Há a Alma outra vez!! E com Almas destas até a chover a potes e sem sol , se pode estar.
Venham os Extravagantes!! Regados a sangria de Champã!! Venham as entradas, as saidas e as conversas animadas.
E áqueles que lá entrarem que venham com boa disposição ou não entrem não!!
Os Extravagantes vão voltar!!! E eu já ando aos saltos!!
As saudades que eu tinha deles... Extravagantes suados pó je, moi meme....
É verdade que voltam sem a linda vista, mas voltam para bem perto, mesmo para o meu lado. e voltam em grande, pela mão do Rei Reino, pelo carinho da princesa Mafalda!!
Voltam os meus animaizinhos de estimação, ali mesmo no centro de Lisboa, onde o Eça passeava de bengala e chapeu alto.
Voltam para uma casa linda, toda feita com amor, carinho e muita estimação pelo grande PêPiSan.
Vão voltar a animar as minhas tardes, as minhas noites. Vão voltar a fazer-me rir e a ouvir os berros do Reino.
E eu agora já sempre bem acompanhado, já não me assento sozinho.
Já nos estou a imaginar ali no sofá em L sentado até a casa fechar, a rir rir rir. Rodeados de gente boa.
Só não há a vista é verdade, mas há muito mais. Há a Alma outra vez!! E com Almas destas até a chover a potes e sem sol , se pode estar.
Venham os Extravagantes!! Regados a sangria de Champã!! Venham as entradas, as saidas e as conversas animadas.
E áqueles que lá entrarem que venham com boa disposição ou não entrem não!!
No Gaio à Noite
Não vou voltar a dizer que já não vinha cá há muito tempo...não vale a pena, é verdade.
Mas agora que aqui estou vou aproveitar para dar duas numa...
A primeira começa, no passado sábado que passou. Começou logo pelas nove da noite, com 28 graus a ouvir as cigarras, sentado na esplanada debaixo da trepadeira de vinha virgem com mais três convivvas à volta da mesa.
a noite prometia, um calor qb a lembrar que estamso no verão, as cigarras lá ao longe a lembrar que estamos no alentejo, o cheiro a terra molhada a lembrar que estamos junto á barragem.
depois, foi começar a ver o rodopio de pratos de entradas a passearem-se pela mesa. Entravam cheias as entradas á entrada da mesa, depois de saborearmos um belo Gin tónico.
O Rei do Vale, atarefado com os vários comensais das outras mesas pouco tempo teve para nos indicar o caminho das comidas, mas o que indicou, não deixou de fantástico. E a compensação no fim do jantar foi extródinaria.!!
Regados com um belo vinho tinto da casa, tivemos ali cerca de hora e meia a encher o bandulho. e de que maneira!! A conversa, aprasivel descontraida e divertida adocicou as sobremesas. e no fim o velho Irish, em estilo coffee e straigh on ice...
O rei do Vale chegou no fim da labuta, já quando os restantes comensais tinham partido. É habito meu ficar para o fim sentado à mesa. É bom e sabe bem.
já com o Rei do Vale sentado a conversa avançou para tantos temas, tantas divagações tantos risos e considerações que quando demos por nós já passava das duas da manhã.
Foi um jantar completo!! O sitio fantástico, a comida arrasadora, a companhia avassaladora.
É estes moemntos que nos fazem acreditar que nos fazem querer viver. São estas grandes pequenas coisas que nos trazem a vontade de continuarmos embora em frente quando os tempos são menos bons.
Obrigado a todos que lá estiveram e que partilharam esta noite. É para isto que gosto de estar cá. Com poucos mas muito bons!!
o segundo, e à laia de antecipação... segue no próximo post....
Mas agora que aqui estou vou aproveitar para dar duas numa...
A primeira começa, no passado sábado que passou. Começou logo pelas nove da noite, com 28 graus a ouvir as cigarras, sentado na esplanada debaixo da trepadeira de vinha virgem com mais três convivvas à volta da mesa.
a noite prometia, um calor qb a lembrar que estamso no verão, as cigarras lá ao longe a lembrar que estamos no alentejo, o cheiro a terra molhada a lembrar que estamos junto á barragem.
depois, foi começar a ver o rodopio de pratos de entradas a passearem-se pela mesa. Entravam cheias as entradas á entrada da mesa, depois de saborearmos um belo Gin tónico.
O Rei do Vale, atarefado com os vários comensais das outras mesas pouco tempo teve para nos indicar o caminho das comidas, mas o que indicou, não deixou de fantástico. E a compensação no fim do jantar foi extródinaria.!!
Regados com um belo vinho tinto da casa, tivemos ali cerca de hora e meia a encher o bandulho. e de que maneira!! A conversa, aprasivel descontraida e divertida adocicou as sobremesas. e no fim o velho Irish, em estilo coffee e straigh on ice...
O rei do Vale chegou no fim da labuta, já quando os restantes comensais tinham partido. É habito meu ficar para o fim sentado à mesa. É bom e sabe bem.
já com o Rei do Vale sentado a conversa avançou para tantos temas, tantas divagações tantos risos e considerações que quando demos por nós já passava das duas da manhã.
Foi um jantar completo!! O sitio fantástico, a comida arrasadora, a companhia avassaladora.
É estes moemntos que nos fazem acreditar que nos fazem querer viver. São estas grandes pequenas coisas que nos trazem a vontade de continuarmos embora em frente quando os tempos são menos bons.
Obrigado a todos que lá estiveram e que partilharam esta noite. É para isto que gosto de estar cá. Com poucos mas muito bons!!
o segundo, e à laia de antecipação... segue no próximo post....
terça-feira, junho 02, 2009
Porto Vintage Douro D.O.C
Olá!! Que vergonha... meses sem aqui aparecer, sem nada escrito sem nada dito!! vergonha. Não por me faltar asssunto, mas por simplesmente me faltar a paciencia e a pseudo-veia literária para aqui colocar algumas patranhas...ou não...
Voltei. sim finalmente! E com esperança que a minha próxima ausencia não seja assim tão ausente por tanto tempo. Estou um bocado mudado, são as coisas da vida e da idade. A partir de agora vou relatar factos veridicos e a meu ver pessoalmente interessantes. É que estou cada vez mais com vagas na memória, e antes que a memória seja vaga, à que deixar assinalado por algum meio aquilo que me vai na alma e aquilo que se me passa pela vida...talvez a pensar num futuro, talvez a querer deixar um testemunho para alguém que possa aparecer por aí... talvez a dar matéria para os advogados me ajudarem ou me lixarem...
Enfim. voltei, porque hoje, este dia foi na verdade surreal, interessante lindo educativo e excelente. Não foi perfeito, mas andou perto. Faltou-me aqui alguém que muito anda perto mas que agora, por motivos profissionais, tive , com tanta pena, de deixar longe. Um beijo Lagartixa.
enfim, depois de uns quantos kilometros andados, estacionei o carro à porta da Calém ali em Gaia, no fim da cascata sanjoanina. Umas provas de vinhos do porto, umas educações Estóricas sobre os vinhos e uma aula com o enologo da casa para me tornar mais culto e cultivado nesta minha nova faceta profissional.
Depois de muitos cuspos, buchechos, golos e sopros, pergintas admirações cheiros e odores: seguimos para o Douro (rio e região vinhática) Parei na bela...quer dizer na bela situação da quinta de S. Luis. Quarto entregue, saco deixado na cama, segui de seguida para o D.O.C , um restaurante que é um monumento á região, á gastronomia, á culinária e à enologia Portuense e duriense. Um espectáculo aquele queichaço de morco cozido em vinho durante 12 Horas...ai se o Eça aqui estivesse.... saia um romance de certeza....
Ora bém...deixando o quachaço no estomago, e as outras iguarias refinadas, acabei a janta com um Porto 40 anos!!! Mais velho que eu...mas ...dasss....muita melhor!! Um sonho! Uma viagem, um momento daqueles que fica para a nossa história!! Que maravilha!!!
segui depois de volta para aquinta. com direcções para descubrir na adega uma outra garrafita para me deliciar a prová-la no terraço da quinta em cima do rio, com vista para os socalcos das quintas vizinhas na outra margem. A Lua, não estava cheia, mas enchia o vale com uma luz magnifica, o calor, ás 11 da noite enchia o vale com uma cor deliciosa, o vinho enchia-me o copo com um gosto tremendamente fantástico. Ai Eça Eça...como te percebo nessa cidades e serras!! Está tudo aqui!!
e a cereja no topo do bolo!! Mr. samething.. não fixei o nome do personagem, mas, no meio dos socalcos e vinhedos, numa quinta adormecida, dou por mim a virar da esquina do corredor com o Mr. something...um inglês, casado com um francesa, que vivem em bordéus e está no Douro à 2 anos a compilar um mapa da região, onde entram todos os socalcos todos os talhões todas as quintas todas a estremas, e todo o mundo que compõe este movo belo e grandioso mundo dos vinhos, vinhedos douros e portos.
Eram 11 quando cheguei para um degout antes de me deitar. Foi um gout deitar-me ás 2 depois de degustar uma , mais outra sim...garrafa de Porto... deta vez um vintage da Kopke.
Estou deslumbrado, cnsado e enebriádo. Pleo Douro, pela vinha pela quinta pelo vinho e por Mr Something.
Surreal e lindo!! Grande experiencia!!!
Muito boa noite lagartixa!! perfeito perfeito era cá estarmso os 2.
Voltei. sim finalmente! E com esperança que a minha próxima ausencia não seja assim tão ausente por tanto tempo. Estou um bocado mudado, são as coisas da vida e da idade. A partir de agora vou relatar factos veridicos e a meu ver pessoalmente interessantes. É que estou cada vez mais com vagas na memória, e antes que a memória seja vaga, à que deixar assinalado por algum meio aquilo que me vai na alma e aquilo que se me passa pela vida...talvez a pensar num futuro, talvez a querer deixar um testemunho para alguém que possa aparecer por aí... talvez a dar matéria para os advogados me ajudarem ou me lixarem...
Enfim. voltei, porque hoje, este dia foi na verdade surreal, interessante lindo educativo e excelente. Não foi perfeito, mas andou perto. Faltou-me aqui alguém que muito anda perto mas que agora, por motivos profissionais, tive , com tanta pena, de deixar longe. Um beijo Lagartixa.
enfim, depois de uns quantos kilometros andados, estacionei o carro à porta da Calém ali em Gaia, no fim da cascata sanjoanina. Umas provas de vinhos do porto, umas educações Estóricas sobre os vinhos e uma aula com o enologo da casa para me tornar mais culto e cultivado nesta minha nova faceta profissional.
Depois de muitos cuspos, buchechos, golos e sopros, pergintas admirações cheiros e odores: seguimos para o Douro (rio e região vinhática) Parei na bela...quer dizer na bela situação da quinta de S. Luis. Quarto entregue, saco deixado na cama, segui de seguida para o D.O.C , um restaurante que é um monumento á região, á gastronomia, á culinária e à enologia Portuense e duriense. Um espectáculo aquele queichaço de morco cozido em vinho durante 12 Horas...ai se o Eça aqui estivesse.... saia um romance de certeza....
Ora bém...deixando o quachaço no estomago, e as outras iguarias refinadas, acabei a janta com um Porto 40 anos!!! Mais velho que eu...mas ...dasss....muita melhor!! Um sonho! Uma viagem, um momento daqueles que fica para a nossa história!! Que maravilha!!!
segui depois de volta para aquinta. com direcções para descubrir na adega uma outra garrafita para me deliciar a prová-la no terraço da quinta em cima do rio, com vista para os socalcos das quintas vizinhas na outra margem. A Lua, não estava cheia, mas enchia o vale com uma luz magnifica, o calor, ás 11 da noite enchia o vale com uma cor deliciosa, o vinho enchia-me o copo com um gosto tremendamente fantástico. Ai Eça Eça...como te percebo nessa cidades e serras!! Está tudo aqui!!
e a cereja no topo do bolo!! Mr. samething.. não fixei o nome do personagem, mas, no meio dos socalcos e vinhedos, numa quinta adormecida, dou por mim a virar da esquina do corredor com o Mr. something...um inglês, casado com um francesa, que vivem em bordéus e está no Douro à 2 anos a compilar um mapa da região, onde entram todos os socalcos todos os talhões todas as quintas todas a estremas, e todo o mundo que compõe este movo belo e grandioso mundo dos vinhos, vinhedos douros e portos.
Eram 11 quando cheguei para um degout antes de me deitar. Foi um gout deitar-me ás 2 depois de degustar uma , mais outra sim...garrafa de Porto... deta vez um vintage da Kopke.
Estou deslumbrado, cnsado e enebriádo. Pleo Douro, pela vinha pela quinta pelo vinho e por Mr Something.
Surreal e lindo!! Grande experiencia!!!
Muito boa noite lagartixa!! perfeito perfeito era cá estarmso os 2.
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